quarta-feira, 24 de outubro de 2012


História da Podologia



O inicio dos cursos de podologia (na época enfermeiro pedicuro) cujos certificados expedidos pela secretaria de Saúde do Estado de São Paulo – Divisão do exercício profissional, baseado no Decreto Lei/ SP 1883 18 de março 1941, de acordo com Decreto Lei Federal 8345 de 10 de Junho de 1945. A partir de Janeiro de 1955 a Empresa Scholl ministrava cursos internos para preparar profissionais a fim de atuar profissionalmente em suas lojas através de aulas teóricas ministradas pelo Dr. Herculano Lemos Pereira medico ortopedista professor na Faculdade de Ciências Medicas da Santa Casa de São Paulo, e a parte pratica pelo profissional José Bertoni. A partir daí, os interessados em conseguir a habilitação solicitavam ao Serviço de Fiscalização do Exercício Profissional – Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, mediante requerimento e a apresentação de documentos exigidos: Residência, antecedentes, vacina ante-varíola, acuidade visual, RG, foto e taxas.

Sendo que as provas eram realizadas através de uma banca examinadora nomeada pelo Serviço de Fiscalização do Exercício Profissional – Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo, sendo que os exames teóricos eram realizados na Escola Caetano de Campos e os exames de procedimentos práticos eram realizados na Santa Casa de São Paulo, e constituídas de médicos com seguintes especialidades, Clinico Geral, Ortopedista, Dermatologista e Neurologista que tinham a função de avaliar inclusive o desempenho dos procedimentos práticos e cuja avaliação deveriam conseguir no mínimo de media 5,0 em todas as umas das especialidades inclusive na pratica.

Este processo de avaliação e certificação da habilitação deu-se até o ano de 1959, sendo que a empresa scholl continuava ministrando cursos teóricos e práticos porem sem a devida certificação pelo Serviço de Fiscalização do Exercício Profissional – Secretaria da Saúde do Estado de São Paulo.

Está situação de não habilitação legal levou um grupo de profissionais a fundarem a antiga Associação Brasileira de Pedicuros ABP em São Paulo , em 4 de dezembro de 1964.

A Fundação e 1º Diretoria como: Presidente – Lacy Neves de Azevedo, Vice-Presidente – José de Aguiar, 1º Secretário – Scipião Fernando Pugliese, 2º Secretário – Fernando Bedoya de Obra, 1º Tesoureiro – Carlos Alberto Silva, 2º Tesoureiro – Jorge Borges de Lima, Dir. de Publicidade – Mario Coelho Varella.

A partir da fundação da ABP esta focou seus esforços junto ao Ministério da Saúde mais especificamente no Serviço Nacional de Fiscalização da Medicina e Farmácia e cuja ação redundou na contratação de dois advogados Dr. Gerson e Dr. Geraldo que redigirão as petições ao Ministério da Saúde o que resultou na edição da Portaria 16 de 23 de setembro de 1968 pelo (S.N.F.M.F), regulamentando a profissão de pedicuro e ditando normas para sua habilitação.
Ainda continua......

Por Pdgo. Celso Luiz de Freitas, Pdgo. Joaquim Fernandes Augusto e Pdgo. Pedro Pistori.

Calçados para pés diabéticos


Embora não seja intenção deste site a exploração detalhada de patologias ou temas não relacionados diretamente com o calçado (d)esportivo, parece lógico e interessante reunir aqui informação relativa ao pé diabético, essencialmente por 4 razões:
A prática de atividade física regular pode ajudar a prevenir a obesidade que é o principal fator de risco para o desenvolvimento da diabetes tipo 2
A diabetes tipo 2 pode responder ao tratamento com dieta e exercício físico.
O calçado mal acomodado é um fator de risco para o pé diabético.
Cerca de 50% das amputações não relacionadas com traumatismos dos membros inferiores são efetuadas em doentes diabéticos e quase sempre precedidas duma lesão, na maioria dos casos provocada pelo calçado mal acomodado.
O diabético além de escolher o modelo de calçado mais adequado para as suas característica pessoais e atividade, deve ter especial atenção à acomodação, especialmente devido a duas complicações associadas à diabetes:
Isquemia
A falta de suprimento sanguíneo para o tecidos orgânicos.
Neuropatia :
A perda gradual da função dos nervos. A alteração mais comum é a perda da sensibilidade, ou melhor, da sensação táctil especialmente nos pés e pernas.

Como escolher calçado (d)esportivo:

Seguir os conselhos gerais para a compra de calçado
Conselhos específicos para diabéticos
Palmilha removível
A palmilha não só oferece conforto, mas também capacidade de amortecimento de impactos, que contribuirá para uma melhor distribuição das pressões plantares, evitando picos de pressão, diminuindo o risco de lesões.
Uma palmilha removível é também a melhor escolha para poder substituir as palmilhas originais do calçado pelas prescritas especialmente para o paciente diabético.
Meias
Use meias sem costuras ou com costuras planas, ao contrário da ideia generalizada as meias em algodão não são as mais adequadas para a pratica desportiva por serem Hidrófilas, ficando portanto encharcadas, aumentando o risco de lesões, como as bolhas.
As fibras químicas devido à sua superioridade em evacuar o suor e de manter uma felpa densa por mais tempo durante a vida útil das meias, são mais adequadas para a fabricação de meias técnicas desportivas (especialmente as microfibras como por exemplo o poliéster da marca registada, Coolmax©).
Mais sobre as Meias
Meias com costuras planas
Sapatos sem costuras
Observe o interior dos sapatos, prefira os que sejam sem costuras ou possuam costuras dissimuladas, pois desta forma previne o aparecimento de lesões provocadas pela fricção.

História
O termo Podologia origina-se do grego arcaico tendo por prefixo Podos = Pé, Pés e sufixo Logos = tratado, estudo, conhecimento. Formando então Podologia: nome da ciência que trata do estudo dos pés. Podologista/podiatra - termo obviamente com as mesmas origens que designa a pessoa que aplica terapia nos pés, com estudo superior ou técnico - científico adequado em Podologia, aprofundado da anatomia, fisiologia, podopatias e conhecimento biomecânico dos pés.
Podologia é um ramo auxiliar da área da saúde cuja atuação concentra-se na anatomia e fisiologia dos pés. Desenvolve conhecimento biomecânico do tornozelo e dos pés, a fim de compreender a marcha e os problemas que a dificultam, podendo desta forma, implementar tratamento prescrito por profissionais da área médica.

[editar] No Brasil

[editar] Graduação

No ano de 2008 foi criado o primeiro curso de graduação em nível superior (Graduação Tecnológica em Podologia), na Universidade Anhembi Morumbi, integrante da rede mundial de universidades "Laureate International Universities".
Desta forma o Brasil conta com podólogos graduados de nível superior, podendo prosseguir seus estudos em pós graduações, mestrado e doutorado.
Graduar-se em Podologia, no Brasil, exige que o aluno passe em um processo seletivo e depois se matricule para estudar durante dois anos, 2880 horas-aula, podendo ao fim do curso receber um diploma de Graduado em Podologia.
O Curso de Podologia da Universidade Anhembi Morumbi foi aprovado pelo MEC - Ministério da Educação e Cultura, através do CONSUN 011/07 de 13/08/2007. Também é reconhecido o Curso Técnico de 1200 hs, habilitando o aluno a ser um profissional com clínica própria, bem como a trabalhar como profissional multidisciplinar em consultórios médicos.

[editar] Ver também